Com pouco mais de duas semanas em atendimento à população, a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC) já recebeu cerca de dez casos de traumatismos graves. O médico intensivista, coordenador da UTI, Marcos Lima, diz que o número de atendimentos é considerado normal para o período. Ao mesmo tempo, comemora a conscientização da comunidade. "As pessoas, embora curiosas para conhecer o HPSC, entenderam bem a finalidade do hospital que é de atender urgências e emergências. Elas sabem que dores de cabeça freqüente, diarréias, podem ser resolvidas nos postos de saúde instalados nos bairros da cidade", revela.
Segundo o coordenador o volume de atendimentos tem girado em torno de traumas graves causados principalmente por acidentes de trânsito, arma branca e de fogo.
A UTI do HPSC possui uma moderna arquitetura que facilita e permite maior agilidade na hora do atendimento. A capacidade do local é de dez leitos, sendo um de isolamento para casos de infeções. As camas são todas elétricas e cada uma delas está equipada com monitores capazes de gerar as mais diferentes informações sobre as funções vitais do paciente. Porém, para o coordenador da unidade, o grande diferencial da UTI do HPSC para os demais, esta na formação da esquipe de profissionais que atuam no local. Ele diz que são especialistas em terapia intensiva, especialidade recente, com pouco mais de 15 anos. "São profissionais diferenciados e capacitados para os mais diferentes procedimentos de urgência e emergência", revela. A equipe de médicos da UTI é de 12 médicos intensivistas.