A Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC), através da Assessoria de Políticas de Inclusão (API), promoveu mais uma etapa da 4ª edição do Seminário Municipal A Escola faz a Diferença. O encontro, realizado na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) nesta sexta-feira (14/7), teve como tema o autismo, capacitando mais de 200 professores sobre como lidar com os alunos portadores de tal necessidade especial. O público era formado por professores da rede municipal, estadual e particular de ensino. A programação continua no dia 2 de agosto com o tema Surdocegueira.
Segundo a coordenadora do seminário, Maria Cristina Gobbi, a qualificação é a condição número dois para trabalhar a inclusão. "A primeira condição é o desejo", ressaltou ela, destacando também que o conhecimento confere segurança para os professores trabalharem as questões inclusivas. "Aliando o conhecimento à dedicação, conseguiremos incluir crianças com necessidades especiais no ensino regular", justifica.
Durante o curso foi apresentado vídeo sobre a importância do diagnóstico precoce da doença, avaliando seu estágio. O autismo, que pode manifestar-se desde o nascimento ou a partir dos 15 meses até os dois anos, faz com que a criança não olhe as pessoas nos olhos, não responda pelo nome, seja facilmente irritável, não fale antes dos 12 meses e, principalmente, não aponte para objetos.