Além da manutenção dos atuais serviços, outros cinco serviços foram agregados, além da aquisição de equipamentos
Os membros do Conselho Municipal de Administração da Parceria Público Privada estiveram reunidos, na tarde desta quarta-feira (08/11), na Secretaria Municipal de Transportes e Serviços Públicos (SMTSP) para apreciação da situação atual da limpeza pública no município e do estudo realizado pela empresa Bourscheid S.A, que traçou um diagnóstico do sistema no município apontando a situação atual, a quantificação dos serviços e a verificação de valores. O Conselho tem caráter administrativo e foi criado através do decreto 484 de 2006 para atender à determinação da Lei 11.079/04, que prevê a criação de um conselho municipal para acompanhar e viabilizar a Parceria Público Privada. Integram a entidade representantes da Procuradoria-geral do Município e das secretarias municipais de Transportes e Serviços Públicos, de Preservação Ambiental, de Obras Públicas, de Governo, de Planejamento Urbano e Especial de Planejamento Estratégico.
Esta é a primeira reunião do grupo e tem o objetivo de preparar o material que será apresentado em audiência pública, no próximo dia 22 às 14h, no Auditório do Arquivo Público Municipal Dr. Sezefredo Azambuja Vieira. Durante o encontro, foi apresentado o novo plano de trabalho, onde, além da manutenção dos atuais serviços como coleta e transporte do lixo, manejo do aterro, capina mecânica, varrição, pintura de meio-fio e coleta seletiva foram agregados a limpeza de boca-de-lobo, de canais, de depósitos clandestinos, de monumentos, coleta ordenada e fracionamento do material vegetal, aquisição de novos equipamentos como coletores, retroescavadeira, motosserra, trator com capinadeira, caminhões com picadores móveis.
Na análise do secretário da SMTSP, Varner Martins Araújo, essas medidas irão propiciar um salto de qualidade no serviço prestado, sem ocasionar ônus para o contribuinte. "Não iremos aumentar a taxa de limpeza pública. Estamos estudando alternativas mais eficientes", revela Araújo. Ele acrescenta que o aumento na cobertura do serviço prestado, sem que haja aumento de cobrança, é possível graças à Lei das PPPs, que possibilita trabalhar com concessão de longo prazo, ao invés de curto prazo como ocorre atualmente.