Técnicos sociais irão atuar na área, junto à comunidade
Há poucos dias do início da construção das primeiras casas do Projeto 103 hectares - o maior em termos de regularização fundiária do sul do Brasil -, a comunidade, que será contemplada com um novo conceito de moradia, começa a ser beneficiada. Na próxima semana, a empresa responsável pelo trabalho técnico-social junto à população, inicia a visita às famílias dos loteamentos Comtel, Pôr-do-sol e São Miguel, que serão reassentadas na área dos 103 ha. O objetivo é organizar a comunidade, além de apresentar oportunidades de geração de emprego e renda e conscientização ambiental.
Na tarde desta quarta-feira (21/05), técnicos da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano (SMPU) estiveram reunidos, com a proposta de integrar a equipe que atua no Projeto e, assim, melhorar o andamento do trabalho. As questões sociais serão desenvolvidas em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SMASCI). A Secretaria Municipal da Habitação (SMH) também atua na realização do Projeto.
Durante a reunião, os participantes assistiram a um vídeo sobre a importância de trabalhar com espírito de equipe. De acordo com Marisa Ramos, uma das coordenadoras sociais do Projeto, da SMPU, além da integração, deve existir um comprometimento com o Projeto 103 ha, que é um grande desafio.
Segundo o titular da SMPU, Oscar Escher, uma iniciativa desta proporção, que remonta o início do processo de regularização fundiária em Canoas, só tem chances de dar certo se for realizada coletivamente. "Este projeto exige o melhor de cada um. Estamos vivendo uma fase aguda do processo, por lidarmos com a parcela mais injusta, do ponto de vista da distribuição de renda, saúde e educação", finalizou Escher.
O trabalho técnico social junto à comunidade que irá ocupar a área dos 103 ha será realizado durante 22 meses. O período integra a fase de construção das casas e ocupação das moradias.