O índice de satisfação do usuário em níveis comparados a instituições privadas, com média de 90%, nos conceitos ótimo e bom credenciou a instituição para participar do encontro.
A experiência de implementação do protocolo americano de risco, utilizado no Hospital de Pronto Socorro de Canoas, será apresentado pelo Secretário Municipal de Gestão Hospitalar / HPSC, Sérgio Frederes, e pelo médico Fernando Fernandes, Gestor da Emergência do HPSC, em Brasília, no dia 6 de novembro.
Segundo Fernandes o HPSC optou pelo modelo americano porque é o que mais se encaixa com a realidade da instituição, além de permitir uma redução significativa do tempo de permanência do paciente no hospital. "Através desse modelo conseguimos diferenciar com muita clareza os tipos de urgência e prestar um atendimento rápido e eficaz", explica.
O gestor da emergência afirma também que o modelo de atendimento permite uma utilização mais racional dos recursos, ou seja, tipos de exames, medicações e especialidades médicas. A instituição de saúde atende uma média de 9.500 pacientes por mês. Em dezembro o HPSC completará três anos de atividades e já realizou quase dois milhões de procedimentos.
Promovido pelo ministério da Saúde, o encontro pretende definir um modelo de protocolo único para classificação de risco em todo o país. Atualmente existem três modelos utilizados no Brasil: o Americano, o Canadense e o protocolo de Manchester.