As lâmpadas de mercúrio, utilizada na iluminação pública em parte da Cidade, estão sendo gradativamente substituídas por luzes de sódio, mais econômicas. A afirmação é do secretário adjunto da secretaria municipal de serviços urbanos (SMSU), Vitor Labes. "O mercúrio é uma tecnologia superada. O sódio tem uma capacidade de consumo maior com um custo mais baixo", explica.
No aspecto ambiental, o sódio também tem vantagens significativas. Além de se constituir um metal pesado, o mercúrio é tóxico se inalado. Já a luz de vapor de sódio é mais econômica, produzindo a mesma intensidade luminosa (embora devido a sua cor mais escura, possa parecer que não), com menor gasto de energia.
Presente no lançamento do 'Choque de Limpeza' - conjunto de ações para a melhoria da limpeza e conservação da cidade, realizado na tarde desta quinta-feira, 12, Labes também relatou ações imediatas e globais de sua Secretaria. "Está em andamento a contratação de uma empresa para o atendimento emergencial da área de iluminação", informa.
O Secretário lembra, contudo, que há um projeto federal que financia o processo de modernização da iluminação nas Cidades, o Reluz. "Canoas perdeu tempo. Agora, vamos lançar mão para atender essa demanda", explica.
Para os investimentos, a prefeitura conta com o CIP (Contribuição de Iluminação Pública). "Se for preciso, porém, recorreremos a outros recursos para melhorar a iluminação pública", explica. Conforme Labes, há 20 mil pontos de luz na cidade, sendo 20% desses com problemas.
Ronaldo M. Botelho