Cerca de 300 pessoas estiveram presentes na Praça Emancipação para assistir a posse da Coordenadoria de Inclusão Social e Políticas Públicas na tarde dessa quinta, 19. Cidadãos e cidadãs portadores de deficiência, além de aposentados, formam o público ao qual se destina o trabalho que já foi iniciado pela responsável pela pasta, Ony Teresinha Pereira da Silva. O senador canoense Paulo Paim (PT) e o deputado-estadual Raul Carrion (PCdo B) também prestigiaram a coordenadora.
A criação de um órgão que execute políticas públicas direcionadas à comunidade que enfrenta a desigualdade e preconceito é, para o prefeito Jairo Jorge, essencial para contemplar a pluralidade em qualquer município. "Para efetivar um dos principais pilares da nossa democracia, devemos ter políticas transversais, direcionadas a todos os segmentos da sociedade", declarou o prefeito em mensagem lida pelo secretária de Relações Institucionais, Mário Cardoso. No momento do evento, o Prefeito de Canoas estava em viagem a Brasília.
A a prefeita em exercício, Beth Colombo, manifestou estar realizando um sonho antigo, pois, após sua formatura no magistério, iniciou carreira lecionando em uma escola especial, a Pestalozzi. Beth também lembrou que, quando foi secretária de educação no município, foi uma das idealizadoras do projeto que resultou na construção da Escola Municipal para Surdos Vitória. "Agradeço estar no cargo de prefeita hoje, empossando a Ony, me sinto recompensada com a criação desse espaço para quem passa por tantas dificuldades", enfatiza.
O trabalho da coordenadoria será desenvolvido em sintonia com as demais secretarias municipais, entidades sociais e instituições privadas para superar desigualdades e conscientizar a população. Para Ony, a informação e o conhecimento são as ferramentas principais para que toda sociedade, inclusive os excluídos, consigam exercer e conhecer seus direitos e deveres. "A humanidade já desenvolveu tecnologias avançadas para facilitar a acessibilidade. Agora é a hora de promovermos em conjunto o respeito e a igualdade de todos", finaliza.
Mariela Carneiro