Durante a visita do ministro Márcio Fortes a Canoas, na última terça-feira, 2, a jovem Nikita Schaiane, moradora da vila Comtel, aproveitou a presença do prefeito Jairo Jorge em sua vila para um pedido informal. Enquanto vistoriava a conclusão das obras de drenagem de saneamento, Nikita se apresentou ao prefeito para pedir duas vagas, para ela e sua mãe, no programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), sendo imediamente encaminhada a uma agente comunitária próxima para registrar a solicitação.
Essa é um tipo de demanda típica no trabalho dos agentes comunitários, funcionários que atuam em cada uma das quatro subprefeituras no suporte em ações que envolvam interação com as comunidades. No caso de Shaiane, o pedido foi imediamente anotado, para posterior encaminhamento. "Vamos repassar à secretaria. A jovem tem boas chances de ter a oportunidade que procura por meio desse programa", revela a agente comunitária Adriani Ramos Hartmann.
Uma equipe de dez agentes atuam em cada um dos quatro quadrantes (regiões) da cidade no trabalho de mapeamentos, cadastramentos e articulação das demandas das comunidades locais. "São os atores responsáveis diretamente pela interação entre a sociedade civil e a prefeitura, secretarias e coordenadorias" explica o subprefeito da região Sudoeste, Pedro Bueno. Presentes durante a visita do ministro Márcio Fortes, os agentes acompanharam as várias etapas da visita realizada as vilas Nansy Pansera e Contel.
Ronaldo M. Botelho