Relatos entusiastas e imagens emocionantes. Essa foi a tônica do encontro do Comitê Metropolitano dos Programas Escola Aberta e Mais Educação - Educação Integral, realizados na tarde desta quinta-feira, 25, no auditório da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA), Parque Getúlio Vargas. "Identidade de Comunidade: é isto que cada um que está na Escola Aberta (EA) quer chegar", sintetiza a secretária adjunta da Secretaria Municipal de Educação, Marta Rufato.
Os encontros visaram promover a reflexão, a discussão e a apresentação de experiências exitosas na educação integral, mas também permitiram que os 34 professores de 15 cidades da Região Metropolitana, presentes na ocasião, conhecessem um pouco da estrutura e das atrações do Parque do Corvo. "O EA tem um sentido de acolhimento. A escola não escolhe a pessoa, simplesmente está aberta para quem quiser entrar", nota Marta.
De acordo com a gestora da Unidade de Educação Integral, Angelita Michelon, ao propiciar a abertura das escolas à Comunidade durante os fins de semana, o Escola Aberta estabelece uma maior responsabilidade dos pais e moradores das redondezas em que a instituição está situada. "Os resultados para a comunidade são extremamente referenciados", observa a vice-diretora da E.M. Tiago Wirth, a maior instituição do gênero em Canoas, com aproximadamente 1.800 alunos.
Navegar com energia
"Navegar é lento, mas carregamos em nossa bagagem muita energia", dizia parte da mensagem contida junto à muda de árvore recebida pela secretária adjunta da SMMA, Marta Rufato. Cada um dos participantes do encontro recebeu esse presente simbólico na ocasião.
Os professores também participaram de outras ações coletivas, para serem posteriormente reproduzidas aos alunos. A equipe de veterinários e biólogos do parque emocionou os participantes com um vídeo sobre a discriminação do macaco buggio, desmistificando a relação imprópria desse animal com a contaminação da febre amarela. Em seguida, também foi feita uma apresentação da estrutura do e do trabalho desenvolvido no Zoológico Municipal.
Ronaldo M. Botelho