Como exemplo de ações da atual gestão no sentido de revitalização dos bens históricos, o titular da Secretaria Municipal de Cultura, Jéferson Assunção destaca o Programa Canoas Mais Bela, que prevê a recuperação de praças nos quatro quadrantes. "Estamos incluindo os monumentos nesse Programa, porque temos plena consciência da importância dessa preservação para a memória social da cidade", explica.
Conforme a gerente de unidade da Equipe Patrimônio Histórico da SMC, Iolanda Menezes Finkler, a sua equipe está atenta em responder as denúncias sobre atos ilegais de descaracterização ou destruição, bem como de vandalismo sobre o patrimônio histórico municipal. No nível educacional, diariamente, estudantes de vários níveis são recebidos no museu Histórico Municipal, com atividades que orientam a preservação e valorização da memória social da cidade. Conforme o Diretor de Cidadania Cultural Secretaria Municipal de Cultura (SMC), Luiz Antônio Inda, o Tonho, está em estágio avançado na cidade a nova lei de patrimônio histórico, também criada nessa gestão.
Por outro lado, a fiscalização também tem merecido uma atenção especial na preservação do patrimônio histórico municipal. Há poucos dias, diante da divulgação de uma denúncia de destruição de um anexo na Vila Nenê, que foi recentemente tombada, foi formada uma comissão técnica e realizada uma vistoria no local. "A partir disso, foram tomadas as providências e encaminhada a responsabilidade pelo caso junto ao proprietário", exemplifica a gestora de unidade Eliete dos Santos, que integra esse setor na atual gestão.
Entre outras ações concretas relacionadas ao patrimônio público, está incluído no Plano de Ação para Canoas (PAC) da atual gestão, uma série de melhorias e obras de praças que integram elementos importantes na história do município. É o caso da reforma da Praça da Brigada Militar e da Praça da Gruta; a padronização do mobiliário com a colocação de novos bancos em todas as praças da cidade; a criação das Biblioparques, além de outros projetos relacionados, como os Pontos de leitura, os Pontos de Memória e o Museu Comunitário.
Ronaldo M. Botelho