Autodidata, independente e pesquisador de artes, o pintor canoense Cláudio Schultz cita Monet (Oscar-Claude Monet) como uma das influências em seu caminho artístico. "Aqueles jardins de Monet não eram em segundo plano, tinham o mesmo valor que o personagem, tanto em luz, quanto em tema", analisa. O pintor gaúcho Pedero Weingartner é outro artista que teve referência no trabalho de Schultz.
Iniciado pelos 19 anos na pintura, por influência do seu, então vizinho, Ricardo Shulz, outro conhecido artista plástico de Canoas, Schultz ("com ch e t", pontua, para não confundir), é autor de cerca de 400 quadros em sua trajetória, ainda que o limitado tempo da rotina de segurança limite sua produção. "É minha maior dificuldade", diz.
Como é típico da arte contemporânea, suas pinturas envolvem conceitos, não se preocupa só com o belo, discute coisas", avalia o coordenador de artes visuais da Diretoria de Linguagesn Artísticas da Secretaria Municipal de Cultura de Canoas.
A abertura da vernissage, com 25 dos quadros de Schultz, vai envolver um coquetel com a presença do autor. O evento ocorre nesta segunda-feira, 7, às 18h, no auditório da SMC - Ipiranga, 105, 1.º Andar.
Ronaldo M. Botelho