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Os palestrantes da sexta edição do Projeto DNA do Brasil, a jornalista e escritora Cintia Moscovich e o também jornalista, professor e escritor Luís Augusto Fischer, abordaram a história dos indígenas, dos imigrantes e a formação da identidade do povo gaúcho ao público que se reuniu na noite da quarta-feira, 11, no Salão de Atos do Unilasalle.
O evento é iniciativa da Prefeitura da Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.
No início do evento, a secretária-adjunta da Cultura, Isabel Pogetti, destacou que os debates como ferramentas que podem refletir a nossa formação histórica.
O primeiro palestrante da noite, Luís Augusto Fischer, expôs um breve histórico da formação cultural no Rio Grande do Sul. Segundo ele, as origens e a construção da cultura local se devem às características e costumes vindos de Buenos Aires e Montevidéu.
O encontro das duas culturas e o resultado delas na linguagem também foi apontado, bem como a habitação indígena no Estado e suas origens, como dos Charruas e Minuanos.
A teoria do antropólogo Eduard Viveiros de Castro, que destaca a forma como o europeu e o índio vêem o mundo, foram expostos pelo escritor. A exposição também mostrou que o indígena não faz diferença entre um grupo e outro, acreditando que todos os seres têm condições humanas.
Judeus no RS
A escritora Cíntia, ao abordar a chegada dos imigrantes judeus, usou como exemplo a história da chegada da sua família. "Eles chegaram no Estado entre 1910 e 1913, fugindo de perseguições religiosas, na Europa".
O que é o DNA do Brasil
O DNA do Brasil é um projeto da Secretaria Municipal da Cultura, em parceria com o Unilasalle. Ele propõe a construção de um retrato sobre a "Formação Histórica e Cultural do RS e do Brasil", a partir de olhares de expoentes em diversas áreas sociais.
Próximos debates
9 de outubro - Arthur de Faria e Roger Lerina
13 de novembro - Tarso Genro e Jairo Jorge
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