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O Conselho Escolar da EMEF Nancy Pansera decidiu, em reunião realizada na terça-feira (12), pela continuidade da modalidade EJA (Educação de Jovens e Adultos) na escola, que fica no Guajuviras - segundo maior bairro do município, em termos populacionais.
"Índices obtidos junto ao Instituto Canoas XXI e IBGE (2010) mostram que 35,9% da população canoense acima de 15 anos de idade não possuem ensino fundamental completo", afirma o gestor da Unidade EJA, Alexandre Rafael da Rosa. De acordo com o professor, proporcionalmente, há uma grande demanda no bairro e a escola irá ofertar 250 vagas.
O gestor também informa que a escola projeta duas turmas de EJA no diurno, atendendo preferencialmente educandos de 15 a 17 anos de idade. Uma outra turma de alfabetização e pós-alfabetização, no Primeiro Segmento (séries iniciais), e quatro turmas no Segundo Segmento (séries finais), totalizando a oferta de 250 vagas.
Participaram da reunião, o diretor da Nancy Pansera, Marcos Krindges, a supervisora Daniela da Silveira Kafer, integrantes do Círculo de Pais e Mestres (CPM) e do Conselho, professores, pais de alunos, alem do representante da SME, professor Alexandre Rafael da Rosa, a gestora da Unidade de Supervisão e Orientação, Eliza Veadrigo, e a diretora do Ensino Fundamental, Miriam Souza Batista.
Estudantes haitianos
Um grupo de imigrantes haitianos integra, este ano, a turma de alfabetização da EJA da EMEF Erna Würth. Como a maioria tem dificuldades com a língua portuguesa, pois falam o francês e o dialeto local, a Secretaria Municipal de Educação (SME) prepara uma melhor condição de atendimento, envolvendo outras secretarias municipais, como a de Desenvolvimento Econômico e Social, está sendo montada para atendê-los.
O gestor da Unidade EJA da SME, Alexandre Rafael da Rosa, salienta que o grupo procurou a turma de alfabetização para a melhor compreensão da Língua Portuguesa.
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