Carregando! Por favor aguarde...
A convidativa área da Bebeteca, no prédio da Secretaria Municipal da Cultura de Canoas, recebeu, na noite de quarta-feira (13), o editor da Dublinense e da Não Editora, Rodrigo Rosp, para falar sobre técnica literária, o futuro da escrita e sobre seu recente trabalho, o livro “Inverossímil”, dentro da programação do projeto Livro Vivo.
Na plateia, além de interessados em literatura, ativistas culturais da cidade, estavam a premiada escritora canoense Luisa Geisler; a patrona da Feira do Livro de Canoas em 2015, professora Moema Cavalcante, e o também escritor canoense Décio Dalke.
Rosp, com sua informalidade, falou de seu trabalho de pesquisa sobre a escrita e pautou o encontro muito sobre o rigor, ou a falta dele, nesse texto. “É um mistério saber se um texto bem escrito é aquele que somente agrada o leitor ou o que é bom tecnicamente. O que faz sentido nessa leitura? Isso começou a despertar em mim, a partir da revisão de um texto que chegou para a editora. Tinha todos os defeitos técnicos, mas me tocou profundamente”, argumentou o autor de obras como “A Virgem que não Conhecia Picasso” (2007), “Fora do Lugar” (2009) e “Fingidores — Comédia em Nove Cenas” (2013).
Na conversa, as novas formas de escrita foram levantadas, como a que hoje é utilizada nas redes sociais. “Meu novo livro traz um pouco disso, com a transcrição de uma conversa nas redes, tal como ela é feita”, comenta Rosp. “A literatura tende a desfazer o rigor formal da escrita, aproximando a oralidade e as novas formas de comunicação”, completou o escritor.
Veja mais:
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234