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O Auditório do Prédio 11 da Universidade Luterana do Brasil foi palco, na noite desta terça-feira (13), da abertura do XIII Seminário Municipal "A Escola Faz a Diferença", evento promovido pela Prefeitura de Canoas, por intermédio da Secretaria de Educação (SME) e que segue nesta quarta-feira (14), a partir das 18h.
A abertura contou com as presenças do secretário municipal de Educação, Eliezer Pacheco; de Cristina Gobbi, presidente do Conselho Municipal de Educação; e de Ronaldo Ribeiro, diretor de Educação Inclusiva da SME de Canoas. Antes, integrantes da Associação Legato, de Canoas, que trabalha exclusivamente com a inclusão e o ensino por meio da arte, apresentou um pocket de um dos seus espetáculos.
Formação é troca de experiências
Profissionais das redes municipal, estadual e privadas de educação, estudantes, pais e representantes de instituições especializadas estão participando do Seminário para tratar das concepções e das práticas voltadas aos diferentes modos de aprendizagem dos estudantes da educação inclusiva, promovendo a igualdade de condições para todos. O professor Ronaldo Ribeiro lembrou que Canoas atende, hoje, mais de 1800 crianças, em 54 escolas adaptadas e com o apoio de diversas instituições que se dedicam ao atendimento e ao ensino inclusivo, com 614 bolsas compradas. "Este seminário faz parte das Diretrizes Estratégicas da Política da Educação Especial no município, que consiste na socialização de experiências inclusivas. Por esta razão, o evento trouxe pessoas e experiências de outros lugares. No caso deste ano, fomos conhecer as práticas adotadas por Erechim", completou o professor.
Deficiência minimizada
Para o secretário Eliezer Pacheco, "a maior formação que um professor pode ter é a troca de experiências, sem abrir mão da formação acadêmica". Cristina Gobbi destacou que é na escola que se faz a diferença. "Quem está com deficiência é o espaço, é a instituição. Quando se cria a estrutura adequada, a deficiência é minimizada. É o currículo que tem de se adaptar. Temos que quebrar o currículo. Ele precisa ser discutido, redimensionado. A questão da inclusão tem de ser abraçada por todos", destacou a professora.
Prática reconhecida
Na abertura, os participantes tiveram a oportunidade de acompanhar a experiência de Erechim, município que recebeu, por dois anos consecutivos, o prêmio da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) pelo bom exemplo na gestão da educação inclusiva. O município tem, hoje, 236 alunos na inclusão e atendimento interdisciplinar no contraturno.
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