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Bibiana Cioato
Em duas mesas de debates foram avaliados os aspectos positivos e negativos do trabalho
A "Oficina de avaliação, planejamento e seguimento da Força-Tarefa em Frigoríficos" teve sua segunda edição realizada nesta quarta-feira (9), no auditório Sady Schiwitz, da Prefeitura de Canoas. O encontro reuniu profissionais das instituições parceiras da Força-Tarefa em Frigoríficos de todo o Estado para análise, aprimoramento e planejamento de ações para 2017.
As ações que tiveram implicação positiva direta na vida de mais de 10 mil trabalhadores, em 2016, o fortalecimento dos órgãos fiscalizadores e a busca por atualização permanente sobre normas e legislação foram assuntos abordados. Em duas mesas de debates foram avaliados os aspectos positivos e negativos do trabalho realizado, bem como os critérios e a necessidade de formatação de ações de acompanhamento e retorno dos processos.
A força-tarefa é uma ação do Ministério Público do Trabalho (MPT), que tem à frente o procurador Ricardo Garcia, para adequação das condições de trabalho em frigoríficos. O grupo desenvolve ações de orientação e investigação das condições de segurança e da saúde nos ambientes, buscando a redução das doenças profissionais e dos acidentes, identificando os problemas e adotando medidas extrajudiciais e judiciais.
A oficina foi idealizada pelo grupo de trabalho dos Cerest (GT Frigoríficos), com organização e coordenação de Loiva Schardozin, do Crest estadual, e apoio da equipe do Cerest Canoas/Vale dos Sinos, que é coordenado por Marta Boeck. O secretário municipal da Saúde, Marcelo Bósio, representou o prefeito de Canoas, Jairo Jorge. Ele recepcionou as autoridades e destacou a relevância de tratar o assunto, orientar os trabalhadores, os empresários e o público em geral sobre saúde ocupacional e as consequências das más condições para o futuro da sociedade. "O cuidado com os trabalhadores é uma fonte de lucro para as empresas", destacou Bósio, acrescentando que isso gera satisfação entre os trabalhadores e que as empresas precisam manter esse olhar, não somente no expediente, mas estender para a vida dos trabalhadores. A representante do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, da Secretaria Estadual da Saúde, Marilina Bercini, ressaltou que uma das missões dos profissionais reunidos na oficina "é a prevenção e a promoção da saúde".
Estiveram presentes na abertura, os representantes o procurador chefe adjunto do MPT Paulo Juarês Vieira; do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, Marino José Greco; da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e Segurança do Trabalho, Luiz Gustavo Iglesias.
Presenças nas mesas de debates:
Mesa 1 - Resumo e Avaliação das ações realizadas - aspectos positivos e negativos
Representante do MPT - Ricardo Garcia
Representante dos Cerest Regionais - Ben Hur Chamorra (Cerest Serra)
Representante do Crea-RS - Marino José Greco
Representante da Fundacentro- Maria Muccillo
Representante da CNTA - Carine Taís Guagnini Benedet
Representante da FTIA/RS - Dori Nei Scortegagna
Mesa 2 - Critérios e Formatação das Ações de Seguimento/Retorno - papel das entidades componentes das Forças-Tarefa em Frigoríficos
Representante do MPT - Ricardo Garcia
Representante dos Cerest Regionais - Adriana Skamvetsakis (Cerest Vales)
Representante do Crea-RS - Marino José Greco
Representante da Fundacentro - Maria Muccillo
Representante da CNTA - Carine Taís Guagnini Benedet
Representante da FTIA/RS - Dori Nei Scortegagna
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