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O cozinheiro Derik Fontoura, morador do bairro Guajuviras, estava com um sorriso de orelha a orelha na tarde desta terça-feira, 7: na sede da subprefeitura Nordeste, ele havia acabado de confirmar a matrícula da filha de quatro anos na escola Olga Ronchetti, no mesmo bairro em que mora, a poucas quadras de casa. A pequena, que antes ficava em casa sob os cuidados de uma babá, agora vai ingressar na rede municipal de educação, o que significa um alívio para o bolso da família. "Agora minha esposa vai poder procurar emprego também, e vamos poder aumentar nossa renda", conta. Uma semana antes, Fontoura, de 22 anos, havia conseguido vaga para o filho mais novo, de quatro meses. O caçula vai ingressar na turma de berçário da rede pública.
Até esta quarta-feira, 8, Fontoura e mais centenas de pais e responsáveis estão comparecendo às sedes das subprefeituras de cada quadrante para formalizar o interesse pela vaga na pré-escola. Com data e hora marcadas, os pais vão à subprefeitura da sua região e escolhem a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) que preferem, dentro de uma lista de vagas disponíveis. Por fim, seguem até a escola, em outra data, para efetivar a matrícula.
Nas escolas conveniadas, os novos alunos começam as aulas no dia 13. Já os que conseguiram vaga na rede municipal devem levar os filhos a partir do dia 23. "Este formato de matrícula está sendo muito mais ágil e mais fácil para os pais, pois eles não precisam se deslocar até a secretaria. Além disso, temos um espaço muito confortável para recebê-los", elogia Luciana Petry, funcionária da secretaria Municipal de Educação (SME).
Quem também conseguiu vaga pela primeira vez na Educação Infantil foi Ana Júlia Barreto, de quatro anos. Representada pela avó e pela dinda, a menina encaminhou sua matrícula na Olga Ronchetti, no Guajuviras. Vera Oliveira, avó da criança, diz que o ingresso da neta na escola cederá mais tempo para que ela se dedique ao tratamento da hepatite C. "Agora vou poder cuidar da minha saúde", conta Vera. Segundo Cris Maiara, dinda da criança, Ana Júlia está ansiosa para iniciar as aulas. "Ela não para de falar dos novos colegas e do que vai fazer nas aulas. Ela vai aprender mito nessa nova fase", projeta Cris. Ana Júlia estava tentando ingressar na Educação Infantil desde o berçário, sem sucesso.
Grávida de nove meses, Franciele foi outra mãe que garantiu vaga no Jardim B para Thauany Queiroz, filha de quatro anos. A mãe conta que poderá dar mais atenção ao segundo filho, que está prestes a chegar. Além disso, irá proporcionar um ambiente mais educativo para a filha. "Ela quer muito ir para escola, me pede desde o ano passado para começar a estudar", diz Franciele. Thauany irá estudar na escola Lancy Langaro, no bairro Olaria.
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