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A Prefeitura de Canoas promoveu, na manhã desta sexta-feira, 10, um encontro com funcionários do Hospital Universitário (HU). A audiência contou com a participação do prefeito Luiz Carlos Busato, a vice-prefeita Gisele Uequed e a secretária Municipal da Saúde, Rosa Groenwald, e teve como objetivo ouvir as principais demandas dos trabalhadores.
No encontro, a prefeitura informou que o repasse de recursos para o pagamento dos salários dos funcionários da Gamp foi concluído nesta sexta-feira, com um depósito de R$ 1,8 milhão, valor que não foi transferido antes devido a problemas de documentação. No início da semana, o valor de R$ 6,5 milhão já tinha sido transferido para a gestora do Hospital Universitário, que prometeu quitar todos os salários atrasados ainda hoje.
Comissão Permanente
Entre as resoluções do encontro desta sexta-feira, está a criação de uma comissão com representantes da Prefeitura, Secretaria Municipal da Saúde, funcionários e sindicatos para debater o atual momento do hospital. "A comissão terá como meta que possam ser colocados, ponto a ponto, os principais problemas que precisam ser solucionados de forma prioritária", explicou o prefeito Luiz Carlos Busato.
O Executivo vai contratar uma consultoria para a realização de uma auditoria no HU, contemplando desde o primeiro dia do contrato com a Gamp (Grupo de Apoio e Prevenção à Medicina), no dia 1º de dezembro. "Precisamos entender essa licitação. Apesar de todos os problemas, o processo foi feito dentro da lei e precisamos cumpri-la. Esta consultoria que será contratada vai deixar claro o que está acontecendo. No ano passado, foram gastos R$ 418 milhões em Saúde, mais que muitos municípios brasileiros, e a situação é caótica. Recurso não é o problema", declarou o prefeito de Canoas.
Luiz Carlos Busato lembrou, no encontro com os funcionários, que o contrato com a Gamp tem duração de cinco anos, que totaliza R$ 16,5 milhões mensais e que uma briga judicial significaria a paralisação do serviço de saúde. "Nós precisamos fiscalizar o contrato da Gamp, cobrar os serviços prestados e remunerar corretamente. Se o lixo não for recolhido, não vamos pagar este item. Trata-se de uma cultura que os hospitais não estavam acostumados. A Prefeitura quer cobrar da empresa para que prestem o serviço contratado e mantenham o salário dos funcionários em dia. Trata-se de uma prioridade", enfatizou.
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