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Ao se deparar com a situação do Centro de Convivência do Idoso (CCI), que hoje funciona praticamente da porta para fora, a atual administração municipal traçou um plano de ação para recuperar a estrutura física do centro e retomar as atividades que não são realizadas há mais de um ano. O investimento necessário no equipamento é de aproximadamente R$ 150 mil e a projeção é de já em março retomar as atividades.
Depois de visitas dos secretários Vandré Padilha, do Desenvolvimento Humano e Social, e Airton Souza, de Relações Institucionais, do diretor de proteção social básica, Vladimir Lucena, e da gestora do CCI, Juliana Borges, o prefeito Luiz Carlos Busato também esteve no local para ver de perto as condições do prédio localizado no bairro Nossa Senhora das Graças. "Vamos verificar todas as possibilidades para uma rápida liberação do recurso necessário", disse Busato.
O CCI passará por reformas e contratação de equipe, que inclui no mínimo um coordenador, um assistente social, um educador social, um cadastrador, um auxiliar administrativo, um auxiliar de serviços gerais e oficineiros. Desde a suspensão das atividades na sede do centro, algumas das ações passaram a ser mantidas nas dependências da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social.
Vestígios de abandono
Fundado em 1988, o CCI fechou as portas de sua sede em dezembro de 2015 - dois meses depois de ser atingida por um temporal que deixou danos no telhado. Sem manutenção, o prédio que por quase três décadas foi preenchido diariamente por centenas de idosos deu lugar a uma lista de reparos por fazer: instalação elétrica e hidráulica, substituição do telhado, pintura interna e reativação das linhas de telefone e internet.
O lugar, que deixou de atender cerca de 1500 idosos, hoje só tem vestígios do abandono - telhas quebradas, paredes descascando, ferrugem e goteiras - e sequer lembra o centro de convivência que ocupava a rotina de 31 grupos da terceira idade com atividades como oficinas de dança, crochê, tricô e artesanato, ginástica, palestras, seminários, bailes e excursões.
Na ausência de um local apropriado para funcionamento, foram mantidos apenas os benefícios da entrega de rancho e transporte a passeios, que pode utilizar até 300 km por ano para cada grupo - o que equivale, na prática, a uma excursão anual.
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