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A crise enfrentada pelos funcionários do Hospital Universitário (HU) e do Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Canoas, bem como pelas demais instituições de Saúde administradas pela Gamp (Grupo de Apoio e Prevenção à Medicina) desde o dia 1º de dezembro de 2016, tem os dias contados para ser resolvida. A empresa foi notificada pela Prefeitura que terá o prazo de 30 dias, a contar desta terça-feira (7), para regularizar todas as questões trabalhistas em atraso.
A situação, que envolve falta de pagamento de salários, atraso do repasse referente a férias, adicional noturno e depósito do fundo de garantia, problemas relacionados ao ponto e péssimas condições de trabalho, está sendo cobrada e fiscalizada pela Secretaria Municipal de Saúde. "Esta empresa já estava estabelecida quando assumimos a nova gestão no dia 2 de janeiro deste ano, quando nos deparamos com um cenário de extrema urgência", relata a secretária municipal de Saúde, Rosa Groenwaldt.
A determinação do limite para que o Gamp coloque em dia os direitos dos funcionários se deu após definições da titular da pasta junto ao prefeito, Luiz Carlos Busato, e a Procuradoria-Geral do Município. "Estamos do lado dos profissionais de saúde e queremos reerguer estes hospitais. Até o encerramento deste período, o Gamp terá que se adequar dentro das exigências que o município estabelece ou tomaremos providências, que podem chegar a uma ruptura de contrato", garante a secretária.
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