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Orientar, informar, regular e alertar - apenas alguns dos objetivos da sinalização de trânsito, que ajuda a prevenir acidentes e ainda organiza a circulação de veículos e pedestres na cidade. Determinações como redução de velocidade, informações de localização e indicações de onde é permitido estacionar não teriam eficácia se não fossem artifícios como faixas de segurança e placas, que precisam ser renovadas conforme seu estado de conservação.
Pensando em reaproveitar as placas deterioradas, a Secretaria de Transportes e Mobilidade de Canoas iniciou um processo de reciclagem, feita com recursos humanos próprios da Diretoria de Manutenção e Sinalização, responsável pelo trabalho. "As placas danificadas, seja por oxidação do tempo ou por estragos em função de vendavais ou de vandalismo, se acumulavam nos nossos depósitos e acabavam inutilizadas, o que era um desperdício", explica o adjunto da pasta, Anderson Rosa. Se colocar na ponta do lápis, cada placa recuperada custa cerca de 10% do valor de uma placa fabricada com chapa nova, o que representa uma economia de 90%.
De volta às ruas
Ao invés de ficarem empilhadas e sem destino, as placas retiradas das ruas voltam rapidamente a cumprir sua função. Tudo começa com a medição das placas e das dimensões que podem ser reutilizadas. Em seguida, elas passam por novos cortes e vão direto para soldagem, raspagem e pintura. A última etapa conta com o trabalho manual de um letrista, que molda, recorta e cola cada caractere. Depois disso, as placas já têm outra cara e podem ser reinstaladas pela cidade. "Todo o trabalho é feito pelas mesmas equipes que confeccionam as placas a partir de chapas novas, então não há ônus para o município. Pelo contrário, há economia e mantém a qualidade", reforça o adjunto.
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