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A segunda via de 200 certidões de nascimento, óbito e casamento foram entregues nesta sexta-feira (5) pela Prefeitura de Canoas. A ação, realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Social do município (SMDS), é periódica e providencia cerca de 400 documentos nestas categorias por mês. "Esse é um trabalho de resgate à cidadania das pessoas e, por isso, é importante que a população saiba como proceder", afirma o prefeito, Luiz Carlos Busato, que entregou pessoalmente as certidões no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Mathias Velho.
O serviço é voltado à população de baixa renda, comprovadamente sem condições de pagar pela segunda via dos documentos, que custam, em média, R$ 40. "Para solicitar a certidão, o usuário deve procurar o CRAS do seu quadrante, que vai encaminhar o pedido à Secretaria de Desenvolvimento Social, que repassa ao cartório", explica a diretora de Proteção Básica da pasta, Juliana Borges, que acompanhou a entrega junto aos secretários Vandré Padilha, do Desenvolvimento Social, e Airton Souza, das Relações Institucionais, e do vereador Cezar Paulo Mossini.
Em fluxo normal, as certidões solicitadas por meio desse sistema chegam em até 7 dias às unidades do CRAS, onde são distribuídos os registros. Quando é necessário pedir regime de urgência, o documento é entregue em cerca de três dias, que é o caso de muitos que procuram os centros por conta de perda de certidões.
Dona Maria Simone da Silva Guedes, por exemplo, foi buscar, nesta manhã, a certidão de nascimento da filha Elen, de 14 anos. A adolescente está sem o documento desde 1º de fevereiro, quando a casa onde moravam pegou fogo. "Além das queimaduras, desde lá estou morando na casa de um e de outro até conseguir resolver tudo, por isso só agora vim solicitar o registro da minha filha, que eu não tenho como pagar", conta a canoense, que recebeu a certidão das mãos do prefeito.
Também por conta de um incêndio, Sabrina Ferreira Pereira, grávida de nove meses, esteve no CRAS Mathias Velho para receber sua certidão de nascimento. "Quando minha casa pegou fogo, perdi meu registro, e por isso não pude fazer o pré-natal. Se eu não recebesse a certidão agora, não poderia dar entrada no hospital para o parto, que vai ser daqui alguns dias", afirma a futura mãe do Pedro Henrique, acompanhada do marido. O casal se mudou para Canoas há três meses, depois de perderem a casa em Tramandaí.
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