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A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Assis Brasil, no Mato Grande, recebeu na manhã desta sexta-feira (5) a visita do prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, e do secretário de Relações Institucionais, Aírton Souza. Os representantes do Executivo foram convidados pela diretora da instituição de ensino, Márcia Monteiro, para que ambos conhecessem de perto a realidade estrutural da escola.
De acordo com Márcia, em decorrência da explosão demográfica que o bairro sofreu nos últimos anos, a EMEF passou a suportar um número de alunos acima do esperado. Hoje, a Assis Brasil têm 460 alunos matriculados, um número que, conforme a diretora, obriga a escola a realizar adequações estruturais. Entre os pedidos de reforma, está a ampliação do número de banheiros, adequação e aumento do número de salas de aula, substituição das salas de PVC e reparo na quadra esportiva.
"Foi prometido pela gestão passada um bônus para as escolas que atingissem as metas do Índice de Desenvolvimento da Escola Básica (Ideb). Até hoje, não vimos esse dinheiro", lamentou Márcia. A EMEF Assis Brasil, apesar da estrutura deficiente, alcançou a nota 5,4 no Ideb - a maior pontuação do quadrante Sudoeste de Canoas. Essa nota, de acordo com as metas previstas, era para ser atingida somente em 2020.
Um dossiê, apontando as principais e mais urgentes demandas da escola, foi entregue ao prefeito. Busato reconheceu que a escola precisa de uma atenção especial e propôs que a EMEF receba a intervenção de uma força-tarefa, com o envolvimento direto da prefeitura e da comunidade escolar, para solucionar os problemas mais urgentes. "Vamos estudar todos os pedidos que estão no dossiê e estruturar uma mobilização que possa resolver o mais rápido possível as demandas mais necessárias", avaliou Busato, que elogiou o trabalho de superação realizado pela equipe: "Mesmo com esses problemas, a escola é uma referência dentro de Canoas. Isso só é possível graças à dedicação dos professores e da equipe diretiva".
Para Busato, é fundamental que ocorra o envolvimento de professores e alunos nas ações de melhoria. A participação efetiva nos reparos, "colocando a mão na massa", como enfatizou Busato, faz com que a comunidade escolar dê o devido valor à preservação da escola. "Eu mesmo venho até a escola e faço faxina", disse o prefeito.
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