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O ano de 2017 foi marcado por oscilações no cenário econômico. As taxas de desemprego e inflação, por exemplo, foram variadas e assinalaram tímida evolução positiva no segundo semestre. Mas na prática, a sensação, durante o período, é de que estes índices precisam avançar mais para que a vida dos brasileiros melhore efetivamente quando o assunto são as finanças. Neste panorama de crise, cabe também ao Poder Público Municipal colocar em prática ações que fomentem a economia local, gerem empregos e criem ambientes competitivos. Durante o primeiro ano da nova gestão de Canoas, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE) atuou em diversas vertentes de trabalho para incentivar o avanço financeiro local.
Um dos trabalhos de maior sucesso da pasta é o Banco de Oportunidades. Através da internet, ou mesmo pessoalmente na secretaria, cidadãos canoenses que buscam empregos têm, através da iniciativa, a aproximação com empresas contratantes. Durante todo o ano, o site do Banco de Oportunidades recebeu 13.627 novos cadastros, ao mesmo tempo em que 150 empresas procuraram o sistema para preencher postos de trabalho. Uma das janelas de maior empregabilidade em 2017 em Canoas foi em função da inauguração do ParkShopping. Mais de mil pessoas conquistaram uma vaga de trabalho no novo centro de compras da cidade a partir do Banco de Oportunidades.
Capacitação gratuita
A SMDE tem um trabalho forte na profissionalização de canoenses ao mercado de trabalho. Na comparação com o ano anterior, em 2017, a SMDE duplicou o número de capacitações. Através de cursos promovidos pela pasta, 2.268 pessoas agregaram novos conhecimentos ao seu currículo e entram, agora, para o mercado de trabalho com mais chance de conquistar um emprego.
Avaliação positiva
O secretário de Desenvolvimento Econômico de Canoas, Felipe Martini, avalia positivamente o trabalho do órgão neste ano. "Conseguimos fazer um trabalho consistente e que trouxe resultados à população, usando poucos recursos. Esta é a nova tônica da gestão pública, fazer mais com menos", comenta. O titular da pasta também lembra que as ações de fiscalização, que coíbem o comércio irregular na cidade, aumentaram em 240% se comparadas com 2016. Foram 15.754 apreensões de mercadorias sem licença nos primeiros 11 meses do ano, ante 6.590 em 2016.
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