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A formação histórica das metrópoles e periferias, a partir do colonialismo e da divisão entre campo e cidade, e as consequências disso foi tema predominante da Conferência Inaugural do 3º Fórum Mundial de Autoridades Locais de Periferia (FALP) "Direitos e Democracia nas Periferias Metropolitanas do Mundo Atual", no auditório Canoas do Unilasalle. A atividade foi coordenada pelo presidente do Plaine Commune, da França, Patrick Braouzec.
Outro mundo
Para o francês Alain Lipietz, membro do Parlamento Europeu, o colonialismo ainda existe e as lutas atuais visam a manter o acesso às cidades. Ele avalia que as revoluções são feitas pelo povo da periferia e pelos operários e não por toda a população de um país. Lipietz observou, ainda, que os efeitos da globalização financeira e das megalópoles são terríveis e cabe às periferias a missão de "criar um outro mundo possível".
Direitos e liberdade
A prefeita de Vila Franca de Xira, na periferia de Portugal, Maria da Luz Rosinha, refletiu que os povos se movem para as cidades em busca de uma vida melhor. Por isso, o trabalho dos municípios é fundamental para garantir os direitos e a liberdade dessas pessoas. Disse que a uma rede forte, que se forma a partir do 3º FALP, vai ajudar na construção dessas políticas.
Protagonismo
O prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Luiz Marinho, defendeu a "radicalização da democracia", especialmente nas periferias. Afirmou que as gestões municipais devem protagonizar o processo de organização e mudança na vida das pessoas, com base na dignidade e no respeito.
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