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A Coordenadoria Municipal de Políticas para Mulheres realizou nesta sexta-feira, 1º de abril, o encerramento das atividades do Mês das Mulheres. Na ocasião, oito mulheres canoenses, representantes de entidades, foram homenageadas com flores. O ato contou ainda com o lançamento do livro Lágrimas de Silêncio, de autoria da escritora Angélica Chaves. A iniciativa ocorreu no auditório Sady Fontoura Schmitz, na prefeitura municipal, e teve a participação do prefeito Jairo Jorge, da vice-prefeita e secretária de Saúde, Beth Colombo, e demais autoridades locais.
Em seu pronunciamento, a titular da Coordenadoria, Maria Aparecida Flores destacou que Canoas nunca teve tantas atividades e discussões em um mês inteiro dedicado as mulheres. "Contamos com a parceria de várias secretarias municipais, além entidades não governamentais. Foi um mês extremamente positivo, de reflexão e festa. Tudo com muito conteúdo, salientando o poder que as mulheres possuem. O que comemoramos hoje são muitas e sérias verdades", ressaltou.
O prefeito Jairo Jorge salientou que a construção da igualdade é o maior desafio, pois ainda há diferenças e preconceitos. "As mulheres conquistaram o direito ao voto e mais espaço no mercado de trabalho, entre tantas outras conquistas. Hoje somos uma nação governada por uma mulher, com muito orgulho", observou.
As flores foram entregues as mulheres pelo prefeito e por secretários e lideranças municipais, como Mario Cardoso, secretário de Relações Institucionais, Cesar Augusto, presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Jurandir Maciel, deputado estadual e Mauro Guedes, coordenador da Defesa Civil.
História de superação
Logo após o ato houve a sessão de autógrafos do livro Lágrimas de Silêncio, de Angélica Chaves. A escritora, que estreia no mundo da literatura, conta sua história de superação após ser vítima de abuso sexual durante a infância. Os atos de violência resultaram em dois filhos. A autora relata como conseguiu superar os traumas decorrentes dos abusos e vencer as dificuldades conseqüentes do ato. O objetivo ao expor o passado violento, segundo ela, é o de auxiliar outras mulheres que já passaram ou vivenciam essa mesma situação e sofrem caladas. "Meu livro é como um grito a muitas angélicas. Felizmente, hoje existem muitas formas de denunciar a pedofilia e os abusos sexuais. Por isso, minha intenção é a de alertar a mulheres e meninas que passam por isso para que não se calem e não tenham medo, nem vergonha", afirmou.
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