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A Praia do Paquetá, onde moram cerca de 300 pessoas, está isolada, em função da cheia do Rio dos Sinos. O nível da água subiu 2,10m acima do nível normal, na tarde desta sexta-feira e cobriu a estrada de acesso ao local. O acesso somente é possível com veículos mais altos, como ônibus e caminhonetes. Nenhum morador quis deixar a Prainha e aqueles que precisaram abandonar as residências abrigaram-se nos vizinhos instalados em áreas mais altas. Alguns vão deixar os pertences em barcos até a situação voltar ao normal.
Nesta tarde, o prefeito Jairo Jorge, acompanhado do coordenador da Defesa Civil, Mauro Guedes; do adjunto, Moacir Ribeiro, e do subprefeito da região Sudoeste, Pedro Bueno, esteve na Prainha. Ele conversou com moradores e colocou à disposição alimentos e agasalhos, se necessário. No início da próxima semana, uma equipe médica vai atender na Prainha. O prefeito comentou que as férias escolares nesta época reduzem o transtorno causado pela cheia. Disse que apesar das famílias estarem acostumadas a conviver com as enchentes, a atividade dos pescadores fica prejudicada.
Mauro Guedes avalia que o pico da cheia ocorrerá no domingo, quando o Sinos, em Canoas, receber água de rios como o Caí e Jacuí. A Defesa Civil permanece em alerta para socorrer a população da Prainha se a situação se agravar.
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