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Uma operação integrada da Prefeitura mobiliza mais de 200 pessoas, desde a madrugada de segunda-feira (13), em força-tarefa para o trabalho de escoamento das águas das chuvas em pontos críticos da cidade, prevenção de novos alagamentos e socorro a situações de emergência.
Na vala próxima à Avenida Florianópolis, no bairro Mathias Velho, onde há alagamento, está sendo realizado um trabalho para ampliação da vazão das águas. Na avenida República, no mesmo bairro, onde algumas ruas amanheceram alagadas, a Secretaria de Obras aplica ações emergenciais de desobstrução das valas.
Nas últimas 36h, o volume de chuvas registrado é de 180 milímetros, que supera o esperado para o mês de julho (145 mm).
Equipes de todas as diretorias da Secretaria Municipal e Obras, da Defesa Civil e das subprefeituras dos quatro quadrantes e do Centro têm trabalhado conjuntamente no monitoramento das áreas de maior risco, como é o caso dos bairros Mathias Velho e São Luís.
Desde o início da manhã desta terça-feira (14), o prefeito Jairo Jorge, acompanhado da equipe das Obras, visita as Casas de Bombas que atendem os bairros em situações mais críticas. O prefeito reunirá o secretariado para um diagnóstico coletivo e o anúncio de novas medidas que julgar necessárias.
Escoamento
Desde às 24h de domingo, as casas de bombas permanecem acionadas, funcionando plenamente, o que evita um impacto ainda maior nas áreas abrangidas pelo sistema. Um trabalho também é realizado manualmente e com equipamentos pesados para a retirada do grande volume de lixo das Casas de Bombas. "São retirados entulhos como madeira, que vêm com a correnteza e obstruem as redes, exigindo esse monitoramento", explica o secretário municipal de Obras, Dário da Silveira.
Na tarde de segunda-feira, com a estiagem, até as 23h, às águas baixaram rapidamente, mas, com o início das chuvas após esse horário, as águas voltaram a subir. "Prosseguimos com esse acompanhamento intenso", afirma o secretário.
Subprefeituras
Nas quatro Subprefeituras (Nordeste, Noroeste, Sudeste e Sudoeste) caminhões hidrojatos estão sendo usados para amenizar os transtornos. Nos quatro quadrantes, equipes destas unidades também mantêm plantões para detectar pontos de alagamento e apoiar ações de emergência da Defesa Civil.
Defesa Civil
Equipes da Defesa Civil acompanham permanentemente a situação das áreas críticas, encaminhando, quando necessário o apoio para o deslocamento de famílias, a partir de solicitações. O secretário especial de Defesa Civil, Rodolfo Pacheco, também monitora pela cidade a situação das cheias, identificando casos mais urgentes para providências.
Atendimento de Saúde
O excesso de chuvas também afeta locais onde são prestados atendimentos na área da Saúde. Nesta terça-feira (14), a farmácia da UPA Caçapava fechou por causa de alagamentos e os usuários foram direcionados para a Farmácia Básica (Rua Santos Ferreira, 1052 - Marechal Rondon. Telefone: 3477-0877) e União (Rua São Borja, 395 - Mathias Velho. Telefone: 3466.6755).
A UPA Caçapava teve de ser fechada e os pacientes foram direcionados para o Hospital de Pronto Socorro de Canoas. A unidade deve ser reaberta em breve, e quem procurar atendimento deve se dirigir ao HPSC (Rua Caçapava, 100 - Mathias Velho). Na segunda-feira (13), três unidades de saúde tiveram de restringir atendimento e remarcar consultas em função das fortes chuvas e alagamentos.
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234