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A Prefeitura de Canoas concluiu nesta quarta-feira (14) o acesso alternativo e provisório aos quatro módulos prisionais ainda não ocupados da Pecan (Penitenciária de Canoas), no bairro Guajuviras.
Detentos já podem ser transportados
Em pouco mais de 15 horas de trabalho, a estrada de quase 1 quilômetro de chão batido recebeu uma base de brita e pedra rachão, que será suficiente para garantir o tráfego de automóveis até os três módulos prisionais ainda vazios. "Não será por falta de acesso que o presídio não vai funcionar. Estamos, dentro das possibilidades que temos, cumprindo nossa responsabilidade com o Estado", afirma o prefeito, Luiz Carlos Busato, que acompanhou a obra de perto.
Obra definitiva depende de licitação
Para a pavimentação definitiva, que passará por novo chamamento público em breve, o edital previa R$ 1,8 milhão - valor considerado baixo pelas empresas da área. "Agora é uma etapa de trâmites jurídicos para abrirmos outra licitação. Enquanto isso, há condições de acessar todos os módulos do complexo prisional", garante o engenheiro civil e secretário de Obras de Canoas, Adalberto Schen.
Segurança pública sai ganhando
Criada para desafogar a superlotação das cadeias do Estado, a Pecan tem hoje apenas um dos módulos ocupados por detentos. Sua capacidade, no entanto, chega a 2,8 mil vagas. "Poder utilizar a casa prisional, mesmo com uma solução ainda não definitiva, reflete na segurança pública de maneira positiva", avalia o secretário municipal de Segurança Pública e Cidadania, Ranolfo Vieira Júnior, que explica. "Vai ser possível deslocar para lá os presos recolhidos nas delegacias, o que vai trazer mais tranquilidade para o trabalho da Polícia Civil, além de normalizar a rotina dos policiais militares e guardas municipais, que poderão voltar ao policiamento de rua."
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