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O prefeito Luiz Carlos Busato, a vice-prefeita, Gisele Uequed, e o assessor de Governo do Gabinete do Prefeito, Guido Bamberg, receberam, no final da tarde desta quinta-feira, 26, representantes dos Sindicato dos Professores (Sinprocan), da Associação da Guarda Municipal e da Associação dos Fiscais Tributários. Os servidores pediram a reunião para tratar da reposição salarial, aprovada pela Câmara de Vereadores nessa quarta-feira.
Será concedida reposição de 6,28% referente ao ano de 2016, divido em duas parcelas: a primeira será de 1,2881% no pagamento do próximo dia 7 de fevereiro e os 5% restantes, no mês de maio. Enquanto isso, os vencimentos do prefeito, da vice-prefeita e de todo o secretariado serão congelados.
O presidente do Sinprocan, Jari Rosa, questionou o prefeito sobre o motivo do sindicato não ter sido chamado para o diálogo antes do envio do projeto à Câmara. O prefeito pediu desculpas e afirmou que o governo deveria ter convocado todas as entidades representativas.
"Reafirmo o meu respeito pelo funcionalismo e destaco a importância dos servidores de carreira. Entre os secretários, temos oito servidores públicos. Juntos, eles respondem por 70% do orçamento do município. Nós valorizamos os servidores e estudamos diferentes cenários de como seria concedida a reposição salarial. Gostaríamos de ter aprovado um índice maior, mas esse número foi importante para garantirmos o pagamento em dia. Não queremos parcelar, nem atrasar os salários do funcionalismo", destacou o prefeito Busato.
O assessor do Governo, Guido Bamberg, assinalou que a prefeitura precisava enviar o projeto à Câmara até essa quarta, para garantir o reajuste já na próxima folha de pagamento.
A vice-prefeita, Gisele Uequed, reforçou que o governo gostaria de oferecer uma reposição ao funcionalismo, mas que isso não foi possível neste momento. "Pedimos a compreensão dos servidores neste momento, que é difícil para o município", afirmou.
O prefeito Luiz Carlos Busato falou aos servidores da gravidade das finanças do município e explicou que herdou da administração anterior R$ 169 milhões em dívidas de curto prazo. "Além disso, teremos que pagar R$ 2,5 milhões em indenizações aos CCs do governo anterior, que não foram exonerados em dezembro. Isso que não vamos exonerar todos agora. Falei das dívidas de curto prazo, mas temos outros problemas para o futuro. Estou tentando parar a obra do aeromóvel, que já custou quase R$ 60 milhões a Canoas", disse o prefeito.
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