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A partir de hoje, alunos, professores e toda a equipe de funcionários das 42 escolas municipais de Ensino Fundamental e da Secretaria Municipal da Educação vão parar por 15 minutos, uma vez por semana, para uma leitura coletiva. O projeto Canoas Para e Lê foi lançado oficialmente na manhã desta terça-feira, na EMEF Erna Würth, no bairro Guajuviras, pelo secretário municipal de Educação, Paulo Ritter.
O escritor e jornalista Fabrício Carpinejar, parceiro do projeto, usou brincadeiras interativas com os estudantes, no ginásio da escola, para mostrar desvantagens de ser "vítima" da palavra, ou seja, não saber o que significa. Ele também afirmou que não se deve ter vergonha dos defeitos e dificuldades e falar sobre o que incomoda. Carpinejar, que também é professor e já escreveu 18 livros, oito deles de poesias e tem mais de 100 mil seguidores no twitter, contou que uma professora lhe disse, na infância, que nunca aprenderia a ler e escrever. Ele atribui esse "diagnóstico" ao fato de ser "estranho e desajeitado".
Hábito cotidiano
Um grupo de alunos cantou o rap do Carpinejar e uma turma do Programa Escola Comunidade Mais Educação fez uma representação da música Linda rosa juvenil. Ritter também entregou uma Sacola Legal e a mascote do projeto, "Marcinha" nome em homenagem a Márcia Tortelli, que dá nome à biblioteca da escola - ao diretor, Fabiano Dian, e à professora Leila Soares. Juliano Osvaldo dos Santos, da 8ª série, representou os alunos.
Ritter explicou que o Canoas Para e Lê, coordenado pela Unidade de Letramento da Diretoria de Ensino Fundamental, pretende tornar o hábito de leitura cotidiano e permanente. Cita, ainda, outros projetos já implantados, como Fome de Ler, Diário na Escola e Sacola Legal. Os agentes de leitura começarão a atuar em breve.
Nesta quarta-feira, às 10h, Carpinejar participará do lançamento do Canoas Para e Lê na EMEF Rui Cirne e Lima e na quinta na EMEF Odette Freitas, ambas às 10h.
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