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Na manhã de hoje, por duas horas, a sala onde são exibidas as licitações em tempo real, localizada na Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão, foi utilizada para a realização da primeira teleconferência sobre o novo Plano de Carreira do Magistério. O prefeito Jairo Jorge, a vice-prefeita Beth Colombo, o secretário de Educação Paulo Ritter e integrantes do Núcleo de Gestão de Carreira, incluindo o presidente do Sindicato dos Professores Municipais de Canoas (Sinprocan), Jari de Oliveira, e a secretária-adjunta de Educação, Marta Ruffato, conversaram com professores de todas as 42 escolas municipais de ensino fundamental através da internet. As perguntas foram enviadas por e-mail e respondidas ao vivo pelas câmeras e microfones instalados na sala.
A iniciativa, inédita, soma-se aos demais encontros com profissionais da categoria, que reúnem-se com a Prefeitura Municipal desde 2010 para construir o novo Plano de Carreira. Ao longo do segundo semestre do ano passado foram realizados 46 encontros, envolvendo mais de 1100 professores das escolas municipais. Aprovado por unanimidade pela Câmara de Vereadores, em janeiro de 2011, o novo Plano tem sido debatido amplamente com os educadores, visando esgotar as questões remanescentes da categoria. De acordo com o prefeito Jairo Jorge, a sugestão foi apresentada por um grupo de professores e acatada como forma de dissipar algumas dúvidas. O prefeito reiterou que foram seis meses de trabalho de adequação junto aos professores e que o Núcleo de Gestão está disponível para esclarecer as dúvidas e auxiliar os profissionais. "A carreira dos professores não é de uma gestão, é institucional, vai permanecer por mais 20 anos; mas o que não está adequado será reformulado, pois a lei não é imutável. E para isso existem os debates com todas as escolas", garantiu Jairo.
As perguntas foram enviadas, lidas e respondidas em tempo real. Os integrantes do Núcleo de Gestão revezaram-se nas respostas, que elucidaram questões relativas à aposentadoria, regência de classe e à oferta de cursos de pós-graduação, financiados pelo poder público municipal. As escolas participaram da teleconferência através dos laboratórios de informática. Na EMEF Rio Grande do Sul, por exemplo, um telão exibia as respostas.
A teleconferência, com amplos esclarecimentos, foi gravada para que possa ser utilizada pelas escolas. Para o secretário Paulo Ritter, este é mais um momento de diálogo, que aproxima o governo e os professores na busca pela qualificação da educação. "São diálogos transparentes, que podem ter conflito sim, mas conflitos regulados pelo princípio da democracia, onde todos têm voz", observou.
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