Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem. Sob esta luz, foi realizado, nesta quarta-feira, 07, o último encontro dentro da Formação Continuada com orientadores e supervisores da rede municipal de ensino. Na pauta, o tema emergente da Economia solidária.
Aproximadamente 100 pessoas compareceram na palestra, no Auditório da Prefeitura, demonstrando a necessidade de debater sobre a questão. Dentro do assunto, os educadores puderam conversar sobre a relação da merenda escolar com o crescimento da Economia Solidária, assim como alternativas de trabalho e renda para as famílias. Como convidado, Paulo Boleck, representando a Diretoria de Economia Solidária da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, estabeleceu um panorama geral da Ecosol na cidade, assim como seus rumos.
De acordo com Paulo, está em debate a criação do Conselho Municipal de Ecosol, a realização do Seminário de Ecosol e a criação de um banco comunitário. Segundo ele, que exemplificou um dos nortes da inovadora alternativa de geração de trabalho e renda, Canoas deve ganhar seu primeiro Centro de Economia Solidária ainda neste ano.
A Formação Continuada, iniciativa da Secretaria de Educação, levou temas atuais e relevantes para a prática do aprendizado aos orientadores e supervisores das escolas municipais, como Meio Ambiente, Direitos Humanos, Prevenção à Violência, Multiculturalismo, entre outros. Conforme a diretora de Ensino Fundamental da SME, Maria da Glória Kopp, o evento foi planejado para pensar como essas políticas públicas debatidas nas ocasiões se relacionam com as escolas e como elas potencializam essas iniciativas.
Amanda Utzig Zulke