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No Dia Mundial da Água, 22 de março, representantes das secretarias de Desenvolvimento Social, Meio Ambiente, Cultura, Serviços Urbanos, Coordenadoria da Mulher, entidades de classe do município, Casa do Poeta, Fauers e a ONG Guayi se reuniram, para debater a conscientização, os direitos e deveres dos cidadãos na utilização da água. O debate foi no local da nascente da fonte Josefina, no bairro Estância Velha e defendeu os rios como o Araçá e os arroios de Canoas. As vocações, os sentimentos e as riquezas da água foram refletidos e comparados à mulher como fonte de vida. Foi unânime a defesa da evolução sociopolítica e cultural da mulher, na transposição de barreiras, o vigor na luta contra todo o tipo de violência e o empreendedorismo contemporâneo que a desafia frente a sociedade.
O nome Josefina foi uma homenagem do seu marido Rosa ao descobrir a nascente do rio naquele local. Esta foi a citação de Maria Inês Pacheco, da Secretaria de Desenvolvimento Social, que coordenou a atividade e resgatou a importância de se homenagear e refletir o início de um ciclo, de uma fonte de energia e de vida. Um momento inspirador que contou com declamação de poesias em homenagem a água com Etevaldo Silveira e à Mulher com Ancila Dani Martins, da Casa do Poeta de Canoas. A perseverança a fibra e a coragem das mulheres de hoje também foram evidenciadas pela assistente social, Flávia Mariani, representante da coordenadoria da Mulher. O encontro serviu, sobretudo para avaliar o contexto da natureza, os passos da mulher e dos homens em direção à sustentabilidade e o respeito. “A cultura de paz entre os povos”, ressaltou Maria Inês Pacheco.
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