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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA), que coordena a elaboração do Plano Municipal de Coleta Seletiva, realiza oficina para gestores públicos sobre a legislação correspondente ao tema. O encontro será no dia 15 de agosto, às 9 horas, no Auditório Sady Fontoura Schiwitz do Paço Municipal.
Em 2010, como parte da política de sustentabilidade, o Município, através da Lei Municipal nº 5.485, de 25 de janeiro de 2010, instituiu que "o serviço público de coleta seletiva de resíduos recicláveis será prestado por cooperativas ou associações populares de coleta seletiva". Também implantou a Coleta Seletiva Compartilhada, iniciando-se um dos aspectos da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Agora, segundo a diretora de Resíduos Sólidos e Coleta Seletiva, Roseli Pereira Dias, o objetivo é avaliar o sistema implantado e a projeção de ações para a qualificação do mesmo.
Avanço
"A Coleta Seletiva Compartilhada é mais um avanço para a retirada de resíduos do meio ambiente para os mais diversos usos", explica o secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Todeschini. Segundo ele, já foram realizadas oficinas nos quatro quadrantes do município, envolvendo a população.
Cooperativas
Atualmente, conforme Roseli Dias, o serviço de coleta, transporte de resíduos até as unidades de triagem e a venda são prestados por quatro cooperativas de catadores de materiais recicláveis. "Entretanto, são cinco galpões que triam os resíduos provenientes deste serviço de coleta, envolvendo 120 cooperativados de baixa renda", salienta.
Integração
A diretora de Resíduos Sólidos e Coleta Seletiva salienta que a execução do Plano Municipal favorece a integração das cooperativas e associações de catadores. "Queremos promover a inclusão dos catadores informais ao sistema de coleta seletiva, bem como a integração entre os trabalhadores organizados e os não organizados. Desta forma, construiremos, conjuntamente, novas dinâmicas de coleta, comercialização e fortalecimento da economia popular solidária", acrescenta.
Outro resultado esperado é o incremento da economia solidária, seja a partir da utilização de resíduos reutilizáveis e recicláveis, ou ainda pelo fortalecimento das redes de comercialização entre cooperativas.
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