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A Unidade de Controle de Zoonoses da Vigilância em Saúde esteve no Centro de Bem-Estar Animal (CBEA) na manhã desta segunda-feira (3) para investigar a presença de roedores. Após mapeamento do local, foi identificada uma infestação de grande porte de ratos. "Vamos avaliar agora a melhor maneira de combater a infestação", afirmou Jackson Ripoll, da Unidade de Controle de Zoonoses.
A vistoria foi feita a partir da solicitação do diretor do CBEA, Alex Szekir, já que, na semana passada, um dos cachorros do canil matou um rato. Szekir também já havia identificado tocas de roedores. "É um problema crônico e de grandes proporções. Diante dessa avaliação, o que já estava sendo planejado será providenciado com urgência. Queremos implementar uma ação efetiva, sem precedentes, mas com muito critério para não colocar em risco os cães. O uso de veneno tem que ser feito com muito cuidado", destacou o diretor Alex Szekir.
A Unidade de Controle de Zoonoses atua no controle populacional de roedores quando há casos confirmados de leptospirose na região em que as colônias de ratos são encontradas. A doença é transmitida por animais de diferentes espécies para os seres humanos mas, no Brasil, os ratos urbanos (ratazanas, ratos de telhado e camundongos) são os principais vetores.
Embora não existam casos de leptospirose no Centro de Bem-Estar Animal, a intervenção é recomendada pelo fato de ser um local por onde circulam muitas pessoas e que tem como característica a passagem de muitos animais. Atualmente, o CBEA abriga 150 animais, entre cachorros, gatos e cavalos.
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