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Na tarde desta terça-feira, 26, uma equipe técnica da secretaria municipal do Meio Ambiente formada pela bióloga Nade Janara e o diretor de fiscalização Paulo Carvalho e uma equipe da defesa civil composta pelo coordenador Mauro Guedes e Moacir acompanharam os técnicos da Fepam no monitoramento do rio Gravataí. Desde sábado uma mortandade de peixes assustou a comunidade e deixou ambientalistas em alerta. De acordo com o engenheiro químico da Fepam Vilson Crava Dutra, o rio que não tem capacidade de autodepuração, está poluído pelo esgoto doméstico. "A chuva fez com que os insumos corressem do esgoto a partir de Cachoeirinha, passando pelo último escoamento sanitário urbano de Porto Alegre, baixando a oxigenação da água ocasionando a mortandade" explicou.
Para o engenheiro mecânico da Fepam Vitor Hugo Rodrigues o episódio não é igual ao do rio dos Sinos em 2006 mas classifica o caso como significativo. Cálculos dos técnicos revelaram que a cada uma hora estavam passando cerca cem peixes mortos, o que significa milhares de peixes extintos.
Informalmente as equipes da prefeitura de Canoas e os técnicos da Fepam propuseram ações integradas para amenizar os impactos da poluição. Entre eles o fechamento da saída do arroio e uma campanha de conscientização com os catadores que trabalham no dique da Rio Branco. Além disso, a prefeitura de Canoas pretende junto a CORSAN aumentar de 6% para 40% o volume de esgoto cloacal tratado na cidade.
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