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O racionamento de água em Canoas é improvável, mas a população deve estar atenta para o uso racional, o que ajuda a manter as reservas e a qualidade do abastecimento. O alerta é do secretário adjunto do Meio Ambiente, Manoel Marcos Miranda, reforçado pelo chefe de Operações da Corsan em Canoas, engenheiro Rafael Pinto da Cunha.
Segundo Cunha, a companhia monitora constantemente o nível e as condições do manancial, no Arroio das Garças, bairro Mato Grande, onde é feita a captação para abastecer 130 mil residências do município. Acrescenta que já está sendo utilizado carvão ativado no tratamento da água. Isso porque o baixo nível dos rios na Bacia do Sinos nesta época de estiagem dificulta ainda mais a diluição da carga de esgoto que recebem.
Cuidados
As recomendações são para que se evite lavar carros e calçadas com mangueira, manter as torneiras abertas por menos tempo e reaproveitar água para limpeza pesada, entre outras formas de economia.
Manoel explica que o Arroio das Garças é formado por um remanso do Guaíba, que recebe vários rios, favorecendo a captação de Canoas. Rafael Cunha acrescenta que a Corsan também se preparou para essa situação e investiu em ações como o aprofundamento das bombas no Arroio.
Irrigação suspensa
Na manhã desta terça-feira, 10, o rio Gravataí (foto) apresentou 0,95m na captação de água da Corsan em Alvorada, ficando abaixo do nível de alerta, de um metro. Com isso, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado suspendeu o regime de bombeamento continuado de lavouras de arroz por dois dias. Pelo regime de irrigação em regime intermitente, depois desse período o bombeamento poderá retornar por três dias, se o nível se mantiver entre um metro e 51centímetros acima do crivo da bomba de captação no Gravataí.
No Rio dos Sinos, o uso da água para as lavouras está suspenso por tempo indeterminado desde o último domingo, 8, quando o nível chegou a 52cm.
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