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Representantes das secretarias municipais do Meio Ambiente, de Serviços Urbanos, da Segurança Pública e Cidadania, da Saúde, Defesa Civil, visitaram, na manhã desta terça-feira, o aterro de inertes localizado próximo ao Parque Industrial Jorge Lanner, no bairro Niterói. No local, licenciado pela Fepam desde 2004, são descartados galhos de árvores, caliça, madeira e pneus.
Um incêndio no último domingo, 12, possivelmente provocado, atingiu centenas de pneus. Em função disso, o prefeito Jairo Jorge determinou que seja acelerada a implementação de um projeto, desenvolvido pela SMMA, para criar uma central de recebimento desse tipo de resíduo.
Alternativas
Após duas reuniões, nesta segunda-feira e hoje, os setores envolvidos vão propor que dez hectares, do total de 106 do aterro, sejam cercados. O secretário do Meio Ambiente, Celso Barônio, explicou que metade do espaço seria destinada para resíduos da construção civil e metade para a deposição de galhos, resultantes de podas e limpeza de ruas, praças e outras áreas públicas. Os pneus não ficariam no aterro. Logo após a chegada, seriam transportados para reciclagem por empresa especializada. Também está prevista a instalação de um triturador de galhos e a utilização da caliça para aterro de ruas.
O gestor do aterro, Vítor Oldoni, explicou que nenhum material é enterrado. Atualmente, uma cooperativa separa alguns materiais e uma empresa mantém acordo com a Prefeitura para abrir os pneus e encaminhá-los ao destino adequado. Como o local é aberto, no entanto, outras pessoas conseguem catar principalmente pedras.
O secretário de Serviços Urbanos, Márcio Ferreira, argumentou que é possível terceirizar a implantação e gerenciamento da central, já que se trata de um trabalho especializado.
As sugestões serão apresentadas ao prefeito na manhã desta quarta-feira.
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