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Em pouco mais de três dias, agentes de endemias que trabalham no combate à dengue são amparados por ordem judicial para a vistoria de um terreno. O caso recente ocorreu na tarde desta segunda-feira, 9, quando o agentes acompanhados por um oficial de justiça foram até a residência localizada na rua José Bonifácio, bairro Nossa Senhora das Graças. A moradora nunca permitiu o acesso dos agentes, e a região tem focos confirmados do mosquito Aedes Aegypt.
AUXILIO DA BM
De posse da liminar expedida pela 4ª Vara Cível de Canoas, o oficial de justiça foi impedido pela proprietária de entrar no pátio. Não restou alternativa senão o acionamento da Brigada Militar. No local, os PMs conversaram com a mulher, lembrando-lhe da possibilidade de prisão pelo impedimento do cumprimento da determinação judicial. Somente assim, houve o entendimento e a liberação.
No pátio da residência, muitos potes, de diversos tamanhos, contendo água parada. Resíduos sólidos de todos os tipos e origens misturavam-se à vegetação. As condições insalubres foram aferidas pelo supervisor de área e combate a endemias, Getúlio Guedes. "Além do mosquito Aedes Aegypt, existiam condições propicias para outras doenças, como a leptospirose, por exemplo, situação que pode ser comprovada pelo grande número de dejetos de roedores encontrados no pátio", falou.
Um caminhão cedido pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos fez a limpeza do lixo.
SEGUNDA LIMINAR
Na sexta-feira, 6, uma ordem judicial expedida pelo Fórum de Canoas garantiu que agentes de endemias, que trabalham no combate à dengue, tivessem acesso ao pátio de uma residência localizada na rua Olavo Fernandes, bairro Estância Velha. A medida judicial foi a maneira encontrada pela Secretaria Municipal da Saúde para poder inspecionar o local, uma vez que o proprietário não autorizava a entrada dos agentes. A liminar desta segunda-feira é o segundo caso de ordem judicial para que agentes de endemias possam ter acesso a pátios e residências.
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