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O secretário municipal da Saúde, Marcelo Bósio, apresentou os projetos do Município nessa área, na noite desta quinta-feira (13). Ele ocupou espaço do grande expediente na sessão presidida por Ivo Lech, atendendo requerimento dos vereadores Paulo Ritter e Ivo Fiorotti.
Modelo inovador
Bósio considerou que o maior mérito das parcerias da Prefeitura com o Grupo Hospitalar Mãe de Deus e com o Hospital Nossa Senhora das Graças é a conexão das redes de atenção básica, emergência e internação.
O secretário destacou que esse modelo inovador, com ponto de partida no teleagendamento, tem servido de referência para municípios gaúchos e de outros Estados brasileiros. Ele acrescentou que Canoas trabalha de forma realista, a partir das necessidades constatadas por meio das várias ferramentas de monitoramento e com responsabilidades compartilhadas.
O secretário relatou aos vereadores as ações como a implantação da UPA Idoso, duas UPAs 24 horas, dos três Centros de Atendimento Psicossocial (CAPs) 24 horas, que devem ser inaugurados em abril, do Programa Nascer Canoas, a ser ampliado nos próximos dias, e a requalificação das primeiras dez Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Regulação de leitos
Ao expor os avanços na Central de Regulação de Leitos, Bósio disse que, em 85% dos casos, o tempo de espera para internação não emergencial é inferior a 30 dias. Anunciou, ainda, o sistema de autorização de internação pelo sistema, que começou a funcionar nos hospitais de Pronto Socorro de Canoas e Nossa Senhora das Graças e será estendido ao Hospital Universitário.
Também será implantado o acompanhamento do mapa de leitos pelo sistema, facilitando a gestão pelos hospitais e pela Secretaria Municipal da Saúde. Outra novidade adiantada pelo secretário será a entrega ao paciente, no momento da alta hospitalar, de uma "conta", informando os custos da internação e dos procedimentos realizados, como forma de prestar contas dos investimentos em saúde.
Controle social
Presente à sessão, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Mário Dhein, comentou que o órgão funciona em parceria com o poder público, mas sempre cumprindo sua função de cobrar. "A saúde não tem partido, mas deve haver vontade política de resolver os problemas da população", afirmou. Conforme Mário Dhein, as reuniões do Conselho sempre têm a participação de um representante da SMS, que respondem diretamente os questionamentos dos cidadãos e cidadãs.
Acompanharam o secretário Marcelo Bósio os secretários adjuntos Anderson Fraga e Ana Boll, o diretor-executivo do Grupo Hospitalar Mãe de Deus, César Paim; o gestor de Assistência Básica do Graças, Régis Marinho, o gestor operacional, Heleno Severo, e a chefe de gabinete da SMS, Joice Dorneles.
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