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Divulgação/SMS
Sob a supervisão da Vigilância Ambiental, pulverização de inseticida sempre é feita em Canoas na área de um caso suspeito de dengue
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue muito atenta à dengue, mesmo com a aproximação dos meses mais frios. Sempre que há um caso suspeito, entra em ação a equipe da Unidade de Vigilância Ambiental em Saúde, da Diretoria de Vigilância em Saúde, para a realização de pulverizações de inseticida para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença.
Sob a supervisão da Vigilância Ambiental, uma empresa contratada realiza o bloqueio em todo o território do Município, de acordo com as diretrizes e as normas do Ministério da Saúde. No chamado bloqueio de transmissão (vetorial), é realizada a aplicação de inseticida, a partir do quarteirão de ocorrência de notificação de caso suspeito de dengue, continuando nos adjacentes, considerando um raio de 150 metros a partir da residência do paciente.
O bloqueio é realizado em cinco ciclos, a cada três ou cinco dias. Ele é suspenso quando o caso suspeito tem resultado laboratorial como não reagente. Desde fevereiro, já foram realizados bloqueios na região da Base Aérea e em bairros como São José, Olaria, Marechal Rondon, Centro, Fátima, Rio Branco, Moinhos de Vento, Guajuviras e Nossa Senhora das Graças.
Os agentes de combate a endemias também fazem levantamentos e inspeções nos imóveis. Para o trabalho, é importante que a população colabore, permitindo o acesso. Todos os servidores estão identificados com coletes verdes e crachás.
Nenhum caso contraído em Canoas
Em Canoas, desde o início do ano, foram registradas 32 notificações e cinco casos confirmados, todos importados, ou seja, que contraíram a dengue fora do Município. Em maio, foram notificados sete casos suspeitos na cidade, dos quais um (importado) foi confirmado.
A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, registrou, até 23 de maio, 3.038 casos suspeitos de dengue em 2015, dos quais 1.148 foram confirmados. Dentre os confirmados, 153 (13,3%) são importados (contraídos fora do Estado) e 995 (86,7%) são autóctones (contraídos no RS).
O Estado registrou o primeiro óbito por dengue em março deste ano, em Santo Ângelo. O segundo óbito ocorreu em abril, no município de Panambi.
Atenção aos sintomas da dengue
A Secretaria Municipal de Saúde alerta que, em caso de sintomas da dengue, os cidadãos devem procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou as emergências hospitalares.
Os sintomas da dengue são:
- Febre alta com início súbito;
- Dor de cabeça;
- Dor atrás dos olhos;
- Dor muscular;
- Náuseas e vômitos;
- Manchas na pele.
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234