Carregando! Por favor aguarde...
O terceiro e último Levantamento de Índice Rápido de Aedes Aegypti e Aedes Albopictus (LIRAa) de 2015, realizado em novembro pelas equipes da Vigilância em Saúde, apontou queda na infestação dos transmissores da dengue, zika vírus e chikungunya em relação à pesquisa anterior, feita em março.
O índice de infestação em casas, comércio e terrenos baldios foi de 1,1% para o Aedes Aegypti (contra 1,7% em março), configurando situação de alerta. Já para o Aedes Albopictus, o índice atual é de 0,27 % (condição satisfatória). Em março foi de 0,22%.
As fortes chuvas provocaram o transbordamento dos depósitos de água e ajudaram a eliminar as larvas. No verão, historicamente, aumentam as infestações, e, por isso, segundo a Diretora da Vigilância em Saúde, Sussi Cardoso, a Secretaria Municipal de Saúde reforçará as ações contra o mosquito. "Além dos agentes de endemia, mais de 300 agentes comunitários de saúde que atuam no programa Estratégia Saúde da Família serão também capacitados para o combate", informou.
Parceria com a população
O envolvimento da comunidade é fundamental para o sucesso das equipes de saúde no combate aos focos do mosquito. Além dos cuidados que precisam ser tomados para evitar o nascimento das larvas, o morador deve permitir o acesso dos agentes aos imóveis e acatar as orientações prestadas por eles. Todos os servidores, tanto os Agentes de Endemia como os Agentes Comunitários de Saúde estão identificados com coletes verdes e crachás.
Um carro de som vai passar pelas ruas da cidade avisando a chegada das equipes.
Telefone para contatos
O morador que tem dúvidas ou quer avisar sobre uma área infestada ou com risco de infestação, deve entrar em contato com a Unidade de Endemias, pelo telefone: (51) 3463 2936.
Alerta mundial
A Organização Mundial de Saúde confirmou que os casos de microcefalia (má formação do cérebro de recém nascidos) ocorridos, principalmente, no Nordeste do País, estão relacionados à contaminação de gestantes pelo zika vírus. O vírus é transmitido tanto pelo vetor do Aedes Aegypti, quanto do Aedes Albopictus.
Onde estão as larvas do Aedes Aegypti*
33% em vasos, pratos, bebedouros e outros frascos
32% em pneus
24% no lixo
9% em caixas d'água abertas
2% em piscinas, fontes e sanitários em desuso.
* LIRAa de novembro
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234