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Um novo marco alusivo ao Dia Mundial de Luta contra a Aids ocorreu na tarde desta quinta-feira (10), com a assinatura da Carta de Paris, em Porto Alegre. A cerimônia foi realizada no salão Negrinho do Pastoreio do Palácio Piratini, com a presença do governador, José Ivo Sartori, do secretário estadual da Saúde, João Gabbardo, do secretário de Saúde de Canoas, Marcelo Bósio.
Participaram também do ato outras autoridades estaduais e prefeitos de municípios considerados prioritários no enfrentamento à Aids, como Porto Alegre, Caxias do Sul e Uruguaiana.
Entre os compromissos da declaração, está o alcance das metas 90-90-90 do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), que significa ter, até 2020, 90% das pessoas que vivem com HIV sabendo que têm o vírus; 90% das pessoas diagnosticadas com HIV recebendo tratamento antirretroviral; e 90% das pessoas em tratamento antirretroviral com carga viral indetectável. Ao todo, aderiram ao documento 15 municípios do Rio Grande do Sul.
"A adesão à Carta de Paris é um compromisso para reduzirmos os números da doença nos próximos anos e é também um alerta para que a mobilização, cada vez mais, se amplie", garantiu o governador.
Ações em Canoas
Em Canoas, o Serviço de Atendimento Especializado (SAE), vinculado a Diretoria de Políticas e Ações em Saúde (DPAS), da Secretaria Municipal de Saúde, conta com uma equipe de infectologistas, clínicos gerais especializados em HIV/AIDS. Na semana que marcou o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS foram realizadas na cidade diversas atividades nas unidades básicas de saúde de toda rede municipal.
O Rio Grande do Sul é o primeiro estado brasileiro a assumir que, até 2020, cumprirá as metas estipuladas. Ao final deste ano, serão, aproximadamente, 16 milhões de pessoas vivendo com HIV em tratamento no mundo todo, segundo a presidente da Unaids Brasil, Georgina Braga Orillard. "Em 2014, o Rio Grande do Sul apresentou uma das maiores taxas de detecção de Aids no Brasil".
Prestigiaram ainda o evento, o secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, César Faccioli; a representante do Ministério da Saúde Adele Benzaken; prefeitos e representantes municipais.
São mais de quatro mil casos de notificações por ano no RS, com queda progressiva no coeficiente de mortalidade nos últimos dez anos.
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