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Winny Padaratz
Agentes trabalham na pulverização para bloqueio da ploriferação do mosquito
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Equipes da Vigilância em Saúde de Canoas realizam um intenso trabalho de combate aos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e o zika vírus. No verão, historicamente, aumentam as infestações, muitas vezes provocadas por acúmulo de água de pancadas de chuvas.
Nesta semana, equipes de pulverização passaram pelo bairro Fátima, pela Base Aérea e pelo V Comar, essas duas últimas com extensas áreas onde os agentes de saúde da Prefeitura de Canoas auxiliaram na colocação de larvicida em locais com acúmulo de água, como ralos e fossos. Segundo a Vigilância em Saúde, em 2015 foram 71 bloqueios (pulverizações) e, neste ano, já foram 11, totalizando 82 bloqueios. No próximo dia 1º de fevereiro, caso não chova, serão realizadas duas pulverizações, uma na Base Aérea (Vila Cassino) e mais uma no bairro Fátima.
“A pulverização é feita quando um paciente é notificado, oficialmente, como suspeito ou confirmado com dengue, chikungunya ou zika, e para evitar que, caso, alguma fêmea do mosquito Aedes tenha picado essa pessoa e esta mesma fêmea pique outra pessoa, iniciando, assim, a circulação viral, que é quando o vetor se contamina com o ser humano e começa a transmitir o vírus para outras pessoas através da picada ou dos ovos que ela coloca que já estão com o vírus e, consequentemente, novos mosquitos nascerão com o vírus. O bloqueio tenta quebrar este ciclo”, comenta o médico veterinário Jean Pierre Maillard, da Vigilância em Saúde de Canoas.
O envolvimento da comunidade é fundamental para o sucesso das equipes de saúde no combate aos focos do mosquito. Além dos cuidados que precisam ser tomados para evitar o nascimento das larvas, o morador deve permitir o acesso dos agentes aos imóveis e acatar as orientações prestadas por eles. Todos os servidores, tanto os Agentes de Endemia como os Agentes Comunitários de Saúde estão identificados com coletes verdes e crachás. O morador que tem dúvidas ou quer avisar sobre uma área infestada ou com risco de infestação, deve entrar em contato com a Unidade de Endemias, pelo telefone: (51) 3463 2936.
Confira no anexo os nomes e identificação dos Agentes Comunitários de Saúde
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234