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Na Semana Mundial do Aleitamento Materno, a Secretaria Municipal da Saúde realizou uma série de orientações, através de rodas de conversa que reuniu mês, gestantes e profissionais de saúde de Unidades Básicas de Saúde, sobre a importância da alimentação materna ao recém-nascido.
Nesta quinta-feira, 4, a UBS Natal, no bairro Mathias Velho reuniu usuários e convidadas, a fim de tratar o tema. Reunidas num grande círculo, mães e gestantes de todas as idades ouviram dos profissionais sobre os benefícios do alimento mais completo ao bebê.
A enfermeira Waleska Cozza, comentou que muitas das mães possuem uma cultura popular muito forte em relação a amamentação. "Algumas acham que é necessário complementar a alimentação do bebê om água, quando na realidade nos seis primeiros meses de vida o aleitamento materno supre todas as necessidades de nutrientes da criança", observou.
As orientações, conforme Walska, são bem acolhidas pelas mães, o que tem auxiliado no processo de amamentação pelas mulheres.
AÇÕES PERMANENTES
O Setor de Nutrição da Secretaria Municipal da Saúde, observa que a motivação ao aleitamento materno é uma ação permanentes. "A amamentação é tema rotineiro nas ações em UBS e outros locais que tratam da saúde. A Semana serve como um motivador para que a importância do aleitamento seja reafirmada com a população", falou a nutricionista Eloisa Gazo.
O DILEMA DA NÃO AMAMENTAÇÃO
A programação da Semana da Amamentação terá nesta sexta-feira, foco para uma conversa com mulheres impossibilitadas de amamentarem. Mães que recentemente tiveram seus bebês e gestantes, portadoras do vírus HIV, estão convidadas para participar de uma roda de conversa, promovida pela Secretaria da Saúde, através do Serviço de Atendimento Especializado, o SAE.
A atividade acontecerá das 9 as 11 horas, na sede do SAE (rua Fioravante Milanez, Centro).
Conforme a coordenadora do Serviço, Eni Ferreira, as mulheres
portadoras de HIV são impossibilitadas de amamentar, devido á possibilidade de transmissão do vírus para a criança. "Porém, o símbolo materno da amamentação é culturalmente difundido e cultivado por elas. Estas mães sofrem com a impossibilidade de não amamentar seus filhos", observou.
O encontro propõe conhecer os sentimentos e as dificuldades destas mulheres frente à temática.
Esta ação pretende prestar uma assistência que auxilie nos conflitos emocionais e no processo da não amamentação, assim como nos problemas mamários que surgem neste período, bem como o reconhecimento de atitudes e práticas habituais, a fim de qualificar e humanizar o acompanhamento prestado às mães portadoras do HIV.
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234