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A segunda apresentação da Orquestra de Câmara de Canoas, dentro dos "Concertos Oficiais 2011" reuniu, mais uma vez, um número expressivo de canoenses na Capela do Unilassalle. "É a primeira vez que eu venho, estou achando ótimo", comenta a professora Ângela Nunes, durante um dos intervalos das obras executadas, que e assistia com seu filho no colo. Pessoas de diferentes idades compareceram ao concerto, que durou cerca de 1h30min.
Na entrada das apresentações, os participantes receberam a programação das composições a serem executadas, facilitando o acompanhamento das obras. No itervalo de cada música, o maestro Tiago Flores realiza comentários sobre a história das composições e de seus autores. O concerto desta sexta-feira contou com composições clássicas e contemporâneas. No programa, obras de Johan Sebastian Bach (1685-1750), Hubertus Hofmann (1929), Wolfagang Amadeus Mozart (1756 - 1791) e Frank Porto (1941), entre outras. O concerto contou, mais uma vez, com a regência do maestro Tiago Flores. Também participou da apresentação o solista Marcos Machado (contrabaixo).
Além de estudantes e comunidade e geral, vários gestores da prefeitura integraram a platéia, como a secretária municipal de Saúde e prefeita em exercício, Beth Colombo, e o secretário municipal de Cultural, Flávio Adonis. De acordo com ele, a iniciativa de disponibilizar aos canoenses um melhor acesso à música clássica, preenche uma outra dimensão no trabalho das políticas culturais na atual gestão. "Temos tido uma atenção especial ao estímulo e difusão dos segmentos artísticos amadores. Com a orquestra, atendemos melhor um segmento importante na música profissional", explica.
Realizadas a partir de um convênio firmado com pela Prefeitura de Canoas com a orquestra, as apresentações ocorrem sempre na primeira sexta feira de cada mês, e tem acesso gratuito. No cronograma, ainda estão previstas mais quatro apresentações, além de ensaios - inclusive com a presença do público. A formação de platéia na música erudita "É uma iniciativa importante para criar público, muito elogiável. Temos cantoras de música erudita na Europa, portanto, temos que pensar mais na música erudita", analisa o diretor-presidente da Associação Cultural de Canoas (ASCCAN), João Amarante.
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