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A secretaria municipal da Saúde, através da Diretoria de Saúde Mental, realizou nesta quarta-feira, 21, o II Seminário do Dia Mundial da Doença de Alzheimer.
Reunidos no Salão Bordo do Unilasalle, profissionais da área médica, técnicos, cuidadores e convidados debateram a cerca da doença.
O evento foi aberto pela secretária de Saúde e vice prefeita, Beth Colombo, além da presença da diretora de Saúde Mental, Rosane Kern.
PROGRAMAÇÃO:
8h30 - Credenciamento
9 horas - Abertura
9h20 - Saúde Mental do Idoso - palestrante Ronaldo Santa Cruz (gerente de equipe SMS)
9h30 - Nós Somos a Nossa Memória - palestrante Drª Maria de Fátima Lobato
10h30 - Intervalo
10h45 - Prevenção na doença de Alzheimer - palestrante Dr. Leandro Minozzo (geriatra)
11h15 - Novas diretrizes para o diagnóstico e tratamento para o Alzheimer - palestrante D. Manoel Garcia (psiquiatra)
12 horas - Almoço
13h30 - Apresentação do Curta "Tricot e pitangas" premiado como Melhor roteiro de curta gaúcho - Troféu Assembléia Legislativa RS (Festival de Gramado 2011)
14 horas - Mesa Redonda - tratamento não farmacológico - palestrantes Drª Gilca Kortmann (psicopedagogia); Jocélia Lopes de Almeida (assistente social); Suzete Florence (psicopedagoga); Tânia Regina Nigeliskii (assistência social).
15 horas - Intervalo
15h15 - Envolvimento Familiar x Institucionalização - palestrantes Ieda Kelbert (psicóloga); Zaida da Silveira (cuidadora).
16horas - Orientação Jurídica - palestrante Dr. Guilherme Machado (advogado)
16h30 - Encerramento e entrega dos certificados.
A DOENÇA
Conforme informações do Ministério da Saúde, no Brasil, existem cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Seis por cento delas sofrem do Mal de Alzheimer. Em todo o mundo, 15 milhões de pessoas têm Alzheimer, doença incurável acompanhada de diversos transtornos. Nos Estados Unidos, é a quarta causa de morte de idosos entre 75 e 80 anos. Perde apenas para infarto, derrame e câncer.
O Mal de Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções intelectuais, reduzindo as capacidades de trabalho e social e interferindo no comportamento e na personalidade. De início, o paciente começa a perder sua memória mais recente. Pode até lembrar com precisão acontecimentos de anos atrás e esquecer que acabou de realizar uma refeição. Com a evolução do quadro, a doença causa grande impacto no cotidiano do paciente e afeta a capacidade de aprendizado, de atenção, de orientação, de compreensão e de linguagem. A pessoa fica cada vez mais dependente da ajuda dos outros, até mesmo para rotinas básicas, como a higiene pessoal e a alimentação.
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234