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Para encerrar o terceiro dia da 29ª Feira do Livro de Canoas, por onde passaram 1.690 pessoas, a jornalista e cronista, Cláudia Laitano falou a dezenas de estudantes na noite desta segunda-feira, no Auditório Vinícius de Moraes. Discorrer sobre música, filmes, livros e fenômenos culturais em geral de forma a ligá-los à nossa vida comum, à experiência humana miúda foi o centro de sua palestra. Como a maioria dos textos apontam as virtudes desta escritora, ela é atenta, inteligente e afetuosa aborda facilmente o universo das palavras reiterando que o que faz necessita de leitura sempre. Cláudia dessacraliza e tira do pedestal as obras de arte e desembarca no mundo frenético das redes sociais onde todos escrevem à sua maneira e refazem novos formatos de sociedade.
Pela primeira vez na Feira do Livro de Canoas a escritora destacou a função e a riqueza de sutilezas do cotidiano que se propõe a linguagem irreverente, irônica e de essência da crônica. Atentos a uma gama de informações que surgiam com facilidade nas palavras de Cláudia, os estudantes visivelmente expressavam encantamento com o que ouviam, pois ela falava de si e dos outros, e de todos como uma característica do gênero que reúne destacado número de escritores gaúchos.
Meus livros, meus filmes e tudo mais, lançado pela escritora pode ser encontrado à venda na Feira do Livro de Canoas por R$ 32. É uma reunião de crônicas, onde o leitor terá o melhor de dois mundos. “O repertório que vai se utilizar para construir o argumento, de construir um texto é este repertório da leitura. Não existe uma mágica que faça as pessoas escreverem sem passar por isso”, explicou a leitora, espectadora e ouvinte voraz, Cláudia Laitano. Ela falou ainda da produção artística e intelectual nacional e internacional, contemporânea e clássica.
A alma da sétima arte
O Cine Literário, uma das sensações da Feira do Livro de Canoas, teve nova sessão no início da noite e contou com bom número de jovens estudantes que aprenderam um pouco sobre as facetas do mundo da Telona com o Diretor Bruno Polidoro. O curta, Pela Passagem de Uma Grande Dor (2005) – baseado no conto homônimo de Caio Fernando Abreu e, - Fez a Barba e o Choro, um documentário da Diretora Tatiana Nequete retratou vários mundos através dos gêneros do cinema. A estruturação, o corte, o roteiro, a produção, a direção, a fotografia, entre outros, despertou a curiosidade da turma de alunos que curtiu Noite Americana, filme que se propõe a demonstrar os processos de montagem e de produção no cinema com requintes do passo a passo, na movimentação de figurantes até a arte de ação e emoção entre protagonistas.
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