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O livro vai conviver com outras linguagens, e não vai ser substituído, afirmou o escritor carioca João Roriz, minutos antes de sua intervenção para uma platéia lotada de adolescentes, durante a 29.ª Feira do Livro de Canoas. "A literatura é o centro; cada linguagem vai manter se espaço, mas o texto não será substituído", afirma.
A Obra
Por meio de uma linguagem animada, o autor comparou sua procedência regional ao das diferentes regiões do País, como ponto de partida para abrir sua fala sobre o livro Gorrinho, uma loucura crônica (Paulus Editora), obra protagonizada por um pré-adolescente genial. "Foi um livro que envolveu um projeto 10 anos para escrever", relata.
Ainda no início da manhã, o auditório Vinício de Moraes ficou também lotado com a palestra do patrono da feira, Décio Dalke, que falou com um público infantil e professores sobre a sua obra Porcalina, a Dama do Chiqueiro.
Ainda nesta manhã, a programação envolveu a apresentação da peça teatral Mil e uma Noites, com o grupo Lado A e Lado B, que teve um público expressivo. No Cine Literário, prosseguem a mostra de curtas metragens. A Linha da Leitura, ônibus que divulga a feira nos bairros, esteve nesta manhã, junto à EMEF Odette Yolanda Oliveira, na Região Noroeste.
A 29.ª Feira do Livro de Canoas é uma realização da Prefeitura de Canoas, por meio da SMC. Confira a programação completa aqui.
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